A segurança eletrônica deixou de ser um diferencial há muito tempo. Em 2026, ela passou a ocupar um papel central na rotina de empresas, comércios, condomínios e até pequenas residências. Sistemas de CFTV, câmeras de segurança e monitoramento remoto se tornaram parte da estrutura básica de proteção, assim como energia elétrica e internet.
Diante desse cenário, surge uma pergunta cada vez mais comum entre empresários e empreendedores: vale a pena ser revendedor de segurança eletrônica em 2026? A resposta curta é sim. A resposta completa envolve entender por que esse mercado continua crescendo e como é possível entrar nele sem complicações técnicas.
O mercado de segurança eletrônica continua crescendo em 2026?
Mesmo com avanços tecnológicos em diversas áreas, poucas se mantêm tão constantes quanto a segurança. A sensação de insegurança, o aumento do controle patrimonial e a necessidade de registro de eventos fazem com que empresas invistam continuamente em sistemas de CFTV.
Em 2026, a segurança eletrônica não está ligada apenas à prevenção de crimes, mas também à gestão. Câmeras são usadas para acompanhar operações, fiscalizar processos internos e trazer mais tranquilidade para empresários. Isso amplia o público consumidor e fortalece o mercado de forma consistente.
Por esse motivo, o setor de CFTV é considerado um dos mais estáveis, mesmo em períodos de instabilidade econômica. Segurança não é gasto supérfluo. É investimento.
Quem pode atuar como revendedor de segurança eletrônica?
Uma das grandes vantagens desse segmento é que o revendedor não precisa ser um especialista técnico. Diferente do que muitos imaginam, não é obrigatório instalar, configurar ou projetar sistemas complexos para vender produtos de segurança eletrônica.
Empresas de tecnologia, lojas de informática, distribuidores regionais e até negócios que já atuam no modelo B2B conseguem incluir o CFTV no portfólio sem grandes mudanças na estrutura. O foco do revendedor está na comercialização dos equipamentos, enquanto a instalação pode ser feita por integradores parceiros ou pelo próprio cliente final.
Isso torna a revenda de segurança eletrônica uma oportunidade acessível, inclusive para quem deseja diversificar suas fontes de faturamento.
Segurança eletrônica é realmente lucrativa em 2026?
A lucratividade da revenda de CFTV está diretamente ligada à demanda constante e à recorrência. Diferente de produtos sazonais, sistemas de segurança são comprados durante todo o ano, tanto para novas instalações quanto para ampliações, substituições e upgrades.
Além disso, o ticket médio costuma ser atrativo e, quando o revendedor trabalha com produtos confiáveis, as chances de problemas no pós-venda diminuem significativamente. Isso reduz custos operacionais, trocas e retrabalho, impactando positivamente a margem de lucro.
Em 2026, empresas que atuam com segurança eletrônica tendem a construir relacionamentos duradouros com seus clientes, o que abre espaço para vendas futuras e indicações.
É necessário oferecer instalação ou consultoria técnica?
Não. E esse é um ponto que afasta muitas empresas desse mercado sem necessidade.
A atuação como revendedor de segurança eletrônica pode ser exclusivamente comercial. Ou seja, o foco está em fornecer equipamentos de CFTV de qualidade, com procedência garantida, deixando a parte técnica para profissionais especializados ou integradores parceiros.
Esse modelo é mais simples, escalável e permite que o revendedor concentre esforços em vendas, atendimento e relacionamento, sem assumir responsabilidades técnicas que exigiriam mão de obra especializada.
Por que escolher bem os produtos e o ditribuidor faz toda a diferença?
No mercado de segurança eletrônica, confiança é tudo. Trabalhar com produtos de procedência duvidosa pode gerar problemas técnicos, insatisfação do cliente e prejuízo à reputação da empresa revendedora.
Por isso, escolher um distribuidor confiável é um dos fatores mais importantes para quem deseja atuar nesse segmento em 2026. Um bom distribuidor garante qualidade, garantia oficial, logística eficiente e suporte comercial adequado.
A PrimeTec atua como Distribuidor Autorizado Positivo SEG, além de oferecer produtos importados na categoria de CFTV, sempre focando em soluções confiáveis para revendedores e distribuidores. Isso traz mais segurança para quem vende e para quem compra.
Vale a pena investir na revenda de segurança eletrônica em 2026?
Para empresas que buscam estabilidade, crescimento gradual e um mercado com demanda contínua, a resposta é clara: sim, vale a pena.
A segurança eletrônica não depende de tendências passageiras. Ela acompanha a evolução das cidades, dos negócios e das necessidades humanas mais básicas. Em 2026, revender CFTV significa atuar em um setor essencial, com oportunidades reais de expansão.
Com os parceiros certos e produtos confiáveis, é possível construir um negócio sólido e sustentável ao longo do tempo.
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